Olá, Amigos. Felizmente consegui postar os vídeos que estavam previstos para o dia 17, mas por problemas técnicos tive que postar hoje. O vídeo fala do envolvimento da desinformação realizada pela KGB no golpe de 1964, que até hoje muitos acreditam que foram os Estados Unidos que havia planejado. Conheça agora um cidadão que entrou para a história do país: Ladislav Bittman.
Fiquem com Deus e muito obrigado.

terça-feira, 19 de julho de 2011
sexta-feira, 3 de junho de 2011
A Pressão do Vestibular
Por: Rodrigo Ghedin
Existe coisa mais injusta que o vestibular? Aquele teste maldito para ingressar em um curso superior, regado a perguntas escabrosas, proporção de candidatos por vaga descomunal e, claro, toda a pressão psicológica que tal teste traz consigo.
Nós, seres humanos, independente de vontade própria, nos identificamos com determinadas áreas do saber. E isso é válido para todos, incluindo aí até o mais singelo dos matutos. Vale dizer também que, por mais completo e abrangente que um teste, de qualquer espécie, seja, é impossível avaliar a capacidade de alguém com base em algumas provas, feitas em dois ou três dias, sob as circunstâncias do vestibular.
Lendo o parágrafo anterior, fica óbvio os pontos em que o tradicional vestibular peca. A prova, os assuntos, matérias, enfim, o teor da avaliação, deveria vir de encontro com o curso almejado. Pra quê diabos um vestibulando do curso de Direito precisa saber Física!? Não tem lógica, é inútil! Não sou a favor do completo especifismo, me agrada mais a imagem do homem como um ser generalista, mas pra tudo há um limite. Reprovar alguém competente simplesmente porque este não domina uma área do conhecimento que em absolutamente nada influenciará sua vida acadêmica, e posteriormente, a profissional, é algo reprovável, sob qualquer aspecto.
Há toda uma mitificação em torno do vestibular. Sem sequer conhecer, saber como é um, rapazotes e meninotas no fim da adolescência vão fazer as provas como se fossem frangos indo para o abate. Criou-se uma consciência de que vestibular é difícil, coisa e tal. Pura besteira. É difícil, mas não tanto quanto a mídia pinta. Se há duzentos candidatos por vaga, logicamente que a probabilidade de haver um número maior de pessoas com conhecimento superior ao seu aumenta. Mas o mesmo vale para o contrário: há muita, mas muita gente menos privilegiada intelectualmente que tu. São poucos os que cultivam essa mentalidade, mas essa é a mais pura verdade. O que vale mais numa guerra: cinco leões, ou quinhentas ovelhas? Façam a analogia, reflitam, e saberão do que falo.
O que falta nessas horas é tranqüilidade. O negócio é esquecer de tudo e de todos, concentrar-se na sua prova, e só! Faça-a da melhor maneira, sem pressa, mas também sem tanta moleza. Quando faltar conhecimento, ou aquele branco aparecer e resolver ali permanecer, apele para a técnica do chutômetro. É tiro e queda.
Não condeno, nem julgo estarem errados os que se matam de estudar pra passar num vestibular. Às vezes, faz-se necessário. Mas, sei lá, é algo que eu dificilmente faria. Um pouco por preguiça, confesso, mas mais por evitar me sobrecarregar. Tudo que é demais, prejudica. E isso vale pra tudo, inclusive os estudos.
Então, quando estiver às vésperas das provas, relaxe! Faça algum programa para se distrair, afinal, se você não aprendeu determinado assunto durante toda a sua preparação para as provas, não será na véspera que, miraculosamente, o conteúdo será absorvido por sua mente. Às vezes, mais útil é um momento de distração, do que horas afundado em livros.
E aos que estão, ou irão prestar algum vestibular, boa sorte!
Existe coisa mais injusta que o vestibular? Aquele teste maldito para ingressar em um curso superior, regado a perguntas escabrosas, proporção de candidatos por vaga descomunal e, claro, toda a pressão psicológica que tal teste traz consigo.
Nós, seres humanos, independente de vontade própria, nos identificamos com determinadas áreas do saber. E isso é válido para todos, incluindo aí até o mais singelo dos matutos. Vale dizer também que, por mais completo e abrangente que um teste, de qualquer espécie, seja, é impossível avaliar a capacidade de alguém com base em algumas provas, feitas em dois ou três dias, sob as circunstâncias do vestibular.
Lendo o parágrafo anterior, fica óbvio os pontos em que o tradicional vestibular peca. A prova, os assuntos, matérias, enfim, o teor da avaliação, deveria vir de encontro com o curso almejado. Pra quê diabos um vestibulando do curso de Direito precisa saber Física!? Não tem lógica, é inútil! Não sou a favor do completo especifismo, me agrada mais a imagem do homem como um ser generalista, mas pra tudo há um limite. Reprovar alguém competente simplesmente porque este não domina uma área do conhecimento que em absolutamente nada influenciará sua vida acadêmica, e posteriormente, a profissional, é algo reprovável, sob qualquer aspecto.
Há toda uma mitificação em torno do vestibular. Sem sequer conhecer, saber como é um, rapazotes e meninotas no fim da adolescência vão fazer as provas como se fossem frangos indo para o abate. Criou-se uma consciência de que vestibular é difícil, coisa e tal. Pura besteira. É difícil, mas não tanto quanto a mídia pinta. Se há duzentos candidatos por vaga, logicamente que a probabilidade de haver um número maior de pessoas com conhecimento superior ao seu aumenta. Mas o mesmo vale para o contrário: há muita, mas muita gente menos privilegiada intelectualmente que tu. São poucos os que cultivam essa mentalidade, mas essa é a mais pura verdade. O que vale mais numa guerra: cinco leões, ou quinhentas ovelhas? Façam a analogia, reflitam, e saberão do que falo.
O que falta nessas horas é tranqüilidade. O negócio é esquecer de tudo e de todos, concentrar-se na sua prova, e só! Faça-a da melhor maneira, sem pressa, mas também sem tanta moleza. Quando faltar conhecimento, ou aquele branco aparecer e resolver ali permanecer, apele para a técnica do chutômetro. É tiro e queda.
Não condeno, nem julgo estarem errados os que se matam de estudar pra passar num vestibular. Às vezes, faz-se necessário. Mas, sei lá, é algo que eu dificilmente faria. Um pouco por preguiça, confesso, mas mais por evitar me sobrecarregar. Tudo que é demais, prejudica. E isso vale pra tudo, inclusive os estudos.
Então, quando estiver às vésperas das provas, relaxe! Faça algum programa para se distrair, afinal, se você não aprendeu determinado assunto durante toda a sua preparação para as provas, não será na véspera que, miraculosamente, o conteúdo será absorvido por sua mente. Às vezes, mais útil é um momento de distração, do que horas afundado em livros.
E aos que estão, ou irão prestar algum vestibular, boa sorte!
Programa do Rubón - 1° de agosto de 2009
Este vídeo está explicando, de forma cômica, a violência de uma maneira diferente e dinâmica e literalmente editado. Há dados neste vídeo que não é confiável, então por favor NÃO ACREDITEM. O texto abaixo é uma reflexão sobre a violência por Nivaldo Cordeiro.
Refletindo sobre a violência
Por José Nivaldo Cordeiro
Recebi um texto muito bem escrito, ainda que em forma preliminar, de um amigo internauta (Josino Moraes), na qual ele não titubeia em classificar a violência que se verifica no Brasil de guerra (“A guerra brasileira”). Isso em virtude da natureza do processo em que se dá a violência, da forma em que se organizam as quadrilhas de malfeitores, com marcantes características militares, e dos números maiúsculos de suas vítimas. E mais: ele identifica que a espiral de violência é ainda mais forte nos centros ricos do País, onde a economia é mais desenvolvida, como as regiões metropolitanas. É difícil discordar do autor.
O termo guerra pode ser também compreendido como uma metáfora para definir um processo de regressão da nossa sociedade ao um estado pré-civilizatório.
No meu modo de ver, o grande drama é que o Estado e a elite pensante do País têm-se portado de forma neutra: a guerra é travada basicamente entre a população civil ordeira e trabalhadora e os delinqüentes. Essa neutralidade das forças do Estado, bem com defesa ideológica dos bandidos feita pela intelectualidade, têm contribuído para o aumento do número de vítimas e para a impunidade dos malfeitores. Nada é mais emblemático para exemplificar esse fato do que as legislações recentes que disciplinam – na verdade, proíbem – o porte de arma, como se delinqüentes pedissem licença pública para portá-las. A cada onda de homicídio, mais restrições ao porte, como se o fato de se desarmar as vítimas reduzisse o apetite de seus algozes. Santa ignorância!
A situação do Rio de Janeiro, como a que vimos envolvendo o repórter Tim Lopes, não é suficiente para mobilizar as autoridades do Estado e nem para sensibilizar os formadores de opinião. Fosse esse País governado de forma correta, por pessoas comprometidas com seus bons cidadãos, em vinte e quatro horas comandos militares e policiais poderiam prender ou destruir as quadrilhas organizadas que controlam o tráfico e o banditismo em geral, não lhes faltando os meios operacionais para isso. Falta-lhe, isso sim, o comando das autoridades, que só poderiam dá-lo se para isso tivessem a vontade política. Preferem antes chamar inúteis e hipócritas passeatas pela paz, como se o lado ativo da beligerância tivesse ouvidos para ouvir tal apelo.
Até agora grupos dos chamados ativistas pelos direitos humanos não descansaram seu discurso e suas investigações, condenando a ação da polícia paulista, que, de forma expedita, antecipando-se aos delinqüentes, interceptou um comboio, matando doze celerados. Ao invés de cerrar fileiras com as forças policiais, que se mostraram eficientes e prontas para o enfrentamento, tais pessoas fazem o contrário, apontado o delo no rosto dos agentes da ordem como se eles fossem os criminosos. Tresvalorizaram todos os valores.
O fato é que o Estado brasileiro, nos seus diferentes níveis, tem que cumprir o seu papel e entrar na guerra do lado certo, o lado em que estão os bons cidadãos. Se esses ativistas insanos, aliados dos bandidos, não quiserem fazer o mesmo, devem ser acusados de cumplicidade pela violência – pela morte e pela perda de patrimônio – daqueles que foram vitimados. São cúmplices ativos e engajados na causa dos agentes da desordem. Isso é preciso ser dito com todas as letras.
Estudos como o de Josino Moraes devem ser multiplicados, para melhor esclarecer a opinião pública e subsidiar as autoridades no processo correto de tomada de decisão.
Refletindo sobre a violência
Por José Nivaldo Cordeiro
Recebi um texto muito bem escrito, ainda que em forma preliminar, de um amigo internauta (Josino Moraes), na qual ele não titubeia em classificar a violência que se verifica no Brasil de guerra (“A guerra brasileira”). Isso em virtude da natureza do processo em que se dá a violência, da forma em que se organizam as quadrilhas de malfeitores, com marcantes características militares, e dos números maiúsculos de suas vítimas. E mais: ele identifica que a espiral de violência é ainda mais forte nos centros ricos do País, onde a economia é mais desenvolvida, como as regiões metropolitanas. É difícil discordar do autor.
O termo guerra pode ser também compreendido como uma metáfora para definir um processo de regressão da nossa sociedade ao um estado pré-civilizatório.
No meu modo de ver, o grande drama é que o Estado e a elite pensante do País têm-se portado de forma neutra: a guerra é travada basicamente entre a população civil ordeira e trabalhadora e os delinqüentes. Essa neutralidade das forças do Estado, bem com defesa ideológica dos bandidos feita pela intelectualidade, têm contribuído para o aumento do número de vítimas e para a impunidade dos malfeitores. Nada é mais emblemático para exemplificar esse fato do que as legislações recentes que disciplinam – na verdade, proíbem – o porte de arma, como se delinqüentes pedissem licença pública para portá-las. A cada onda de homicídio, mais restrições ao porte, como se o fato de se desarmar as vítimas reduzisse o apetite de seus algozes. Santa ignorância!
A situação do Rio de Janeiro, como a que vimos envolvendo o repórter Tim Lopes, não é suficiente para mobilizar as autoridades do Estado e nem para sensibilizar os formadores de opinião. Fosse esse País governado de forma correta, por pessoas comprometidas com seus bons cidadãos, em vinte e quatro horas comandos militares e policiais poderiam prender ou destruir as quadrilhas organizadas que controlam o tráfico e o banditismo em geral, não lhes faltando os meios operacionais para isso. Falta-lhe, isso sim, o comando das autoridades, que só poderiam dá-lo se para isso tivessem a vontade política. Preferem antes chamar inúteis e hipócritas passeatas pela paz, como se o lado ativo da beligerância tivesse ouvidos para ouvir tal apelo.
Até agora grupos dos chamados ativistas pelos direitos humanos não descansaram seu discurso e suas investigações, condenando a ação da polícia paulista, que, de forma expedita, antecipando-se aos delinqüentes, interceptou um comboio, matando doze celerados. Ao invés de cerrar fileiras com as forças policiais, que se mostraram eficientes e prontas para o enfrentamento, tais pessoas fazem o contrário, apontado o delo no rosto dos agentes da ordem como se eles fossem os criminosos. Tresvalorizaram todos os valores.
O fato é que o Estado brasileiro, nos seus diferentes níveis, tem que cumprir o seu papel e entrar na guerra do lado certo, o lado em que estão os bons cidadãos. Se esses ativistas insanos, aliados dos bandidos, não quiserem fazer o mesmo, devem ser acusados de cumplicidade pela violência – pela morte e pela perda de patrimônio – daqueles que foram vitimados. São cúmplices ativos e engajados na causa dos agentes da desordem. Isso é preciso ser dito com todas as letras.
Estudos como o de Josino Moraes devem ser multiplicados, para melhor esclarecer a opinião pública e subsidiar as autoridades no processo correto de tomada de decisão.
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